Pense num mês em que tudo aconteceu!

Mês passado, rolou o #escrevereiro pelas redes e dessa vez eu estava muito engajada em participar. Finalmente coloquei na cabeça qual vai ser o livro que pretendo terminar esse ano (o que quero publicar já sei qual é, vai sair no segundo semestre, se tudo der certo!) e eu realmente escrevi muitos dias, embora não tenha alcançado minha meta, que era finalizar o primeiro rascunho.

O que foi ótimo nesse escrevereiro é que eu consegui pensar em várias coisas de construção de mundo que estavam precisando de sustância, então eu tanto desenrolei a estrutura central da história quanto pude ter uma ideia melhor do que fazer nas lacunas.

MAS! (e sempre tem um “mas”) comecei a ler Frieren, mesmo meio que não querendo, já que eu tinha visto que os capítulos estão em hiatus, e na segunda metade do mês fiquei levemente obcecada. 😃 Terminei todos os volumes disponíveis 😃

Tudo normal por aqui! Não fossem os mangás, eu nunca bateria meta de leitura na vida.

Ai, Be, ler livro de verdade você não sabe? Então, eu tava com o segundo volume de Mo Dao Zu Shi começado e ia levar para ler na casa dos meus pais, mas esqueci o livro em casa. Por isso, só retomei quando voltei e como essa história é escrita tipo fábula, ela é meio cansativa de ler, por isso ainda não terminei. Devo finalizar esse mês, tho! ☝🏼

Para completar a Situação™ que foi fevereiro, meu computador resolveu parar de ligar 🤡 O marido da minha amiga até deu uma olhada nele e ele funcionou enquanto ele estava aqui, mas foi só enquanto ele estava aqui mesmo (lógico), então precisei voltaaaar na casa dos meus pais e pegar o notebook da minha mãe emprestado, porque não, não tenho como comprar outro.

Agora, estou aqui tentando recuperar o máximo de arquivos possível, me acostumando com um teclado diferente (valeu, Samsung) e torcendo pro meu notebook voltar à vida sozinho qualquer dia desses pra eu poder salvar minhas coisas em outro lugar. Sabia que devia ter feito isso meses atrás, viu? 😭

ℹ️ Caso tenha interesse em saber como está o progresso do meu desafio de leitura, é só conferir no final dessa newsletter!

Mas chega de introdução e bora ao que interessa!

📚 Frieren — Beyond Journey’s End, de Kanehito Yamada & Tsukasa Abe (vol. 1 - 15)

Eu falei pra mim mesma que não ia ler os mangás de Frieren porque eu não precisava ler, mas eu passo tanto tempo com o celular na mão que acabei cedendo e começando os capítulos online.

Em partes, eu queria ler para saber mais detalhes sobre os personagens que eu tinha gostado para poder alimentar a fanfic que eu não vou escrever? Sim. Em outras partes foi pra não pegar spoiler da segunda temporada? Também.

A versão mangá de Frieren é igual que nem a versão anime (sendo que o anime é melhor em vários aspectos). Você se pega lendo uma história cotidiana delicinha e despretensiosa, o que é ótimo se você está buscando paz de espírito em suas leituras — exceto, é claro, pelo detalhe que agora a história está em hiatus por sabe-se Deus quanto tempo e o último capítulo lançado parou num momento “até aí tudo bem!”.

O arco mais chato continua sendo o mesmo arco da primeira temporada, que é o teste de nível 1 para magos — meio equivalente para mim ao arco da associação de monstros em One-Punch Man.

Eu também não me importo muito com o Himmel então toda comoção que as pessoas sentem por ele passa por cima da minha cabeça (sou muito mais interessada nos acompanhantes de agora da Frieren), mas de modo geral, sinto que essa saga, tanto mangá quanto anime, é uma ótima recomendação, porque você se vê apegado pela narrativa e seus personagens sem nem perceber. Continuo recomendando! (e torcendo pra série sair do hiatus logo!)

💿 IVE — REVIVE+

As maiorais da 4ª geração estão de volta e é claro que o IVE não ia fazer nada meia boca em seu 2° álbum completo chamado REVIVE+. Com 12 faixas, incluindo solos para cada uma das seis integrantes, como obra coesa o REVIVE+ não se compara ao I’VE IVE, mas individualmente, suas faixas são todas ótimas!

A primeira música que elas lançaram com MV foi Bang Bang, que teve um período promocional babadeiro e quando eu ouvi pela primeira vez fiquei “hm.” Mas acontece que logo em seguida me tornei completamente I’ll be going out with a bang bang! das ideias, porque é uma faixa industrial (algo mais relacionado ao aespa nessa geração), com uma pegada western metida a besta que só o IVE sabe fazer direito.

Essa, inclusive, é uma coisa que pensei ouvindo a title BLACKHOLE: que se fosse qualquer outro grupo lançando essa música que não as vespinhas, eu ia ficar 😒 Porque ninguém sabe executar esse tipo de conceito direito ultimamente, mas como as IVE são profissionais em tudo, extremamente carismáticas e maravilhosas, deu tudo certo.

Atualmente, Bang Bang continua em primeiro lugar na maioria dos charts coreanos e fez com que as meninas ultrapassassem o BTS como segundo artista com mais Perfect All-Kill (meaning: ficar primeiro em tudo na Coreia) e elas conseguiram tudo isso tendo menos da metade do tempo de carreira do BTS, então assim 💅🏼

Não vou falar de todas as faixas, mas saiba que todas são boas e o meu solo preferido é o da Gaeul, porque foi excelência pop e com certeza estaria na trilha sonora de Skins UK.

💿 ATEEZ — Golden Hour: part. 4 

E vou continuar recomendando ATEEZ por aqui e você vai ter que lidar com isso.

O comeback mais recente do melhor grupo de todos foi o Golden Hour: part. 4, algo que surpreendeu muita gente porque todo mundo estava esperando uma mudança de eras depois de Lemon Drop/In Your Fantasy. Quer dizer, em geral a gente teve três álbuns e um epílogo por era (Treasure, Fever, The World), então estávamos esperando um “part. fin.” ou “epilogue”, não uma parte 4, mas tudo bem! Aceito!

Até porque esse comeback foi perfeitinho do início ao fim, como não vinha acontecendo há um tempo. O álbum abre com Ghost, que é deliciosamente metida a besta e talvez seja a minha preferida (ainda não consegui decidir). Em seguida vem a título Adrenaline acompanhada do lado B promovido, NASA que é objetivamente a melhor do álbum. Adrenaline é divertida e eu diria que cabe entre os lançamentos japoneses do ATEEZ. Infelizmente, ela foi manchada pelo uso de IA no MV.

NASA viralizou porque ela é boazuda desse jeito. Até a própria NASA fez referência a ela! Então assim, já nasceu gigante 😎 O refrão dela é altamente viciante, a coreografia é fazível e se o ATEEZ não meter um tutss tutss no final de alguma faixa do álbum, ele morre então a música fecha assim 😗🤌🏼

On the road é a faixa gutural do álbum e tem um live clipe pro Spotify, claramente feita pra tocar no encore do show, já Choose tinha sido lançada ano passado e pelo que os meninos falaram, tecnicamente era pro álbum ter saído muito antes, mas como eles viram que ia demorar, resolveram liberar ela no aniversário do fandom, se não me engano. Ambas são muito boas e canta-junto, fecharam o álbum muito bem.

Mais uma vez, o ATEEZ provou que desconhece o erro, então se você ainda não é fã deles, esse é um defeito de caráter seu especificamente.

💿 XG — The Core

Como o XG é um grupo japonês, elas acabam lançando um monte de videoclipe perdido por aí e sempre aparecem com muito conteúdo, então a gente sempre tem algo delas pra ouvir. Das 10 faixas do THE CORE, duas a gente já conhecia (4 seasons e Gala) e até agora (que eu tenha visto!) já temos clipe para mais duas, Hypnotize e Rock the boat.

O que você precisa saber sobre o XG é que as músicas do grupo são pros LGBT povo animado, então se você é LGBT povo animado, você provavelmente vai gostar de tudo que elas lançam, talvez até as músicas ruins.

However! ☝🏼 Não tem música ruim nesse álbum mais recente. Tem um pouco para todos os gostos aqui. Enquanto Gala pertence às boates gay, Hypnotize é o tipo de faixa que vai botar qualquer um pra dançar fazendo carão. Rock the boat é o típico R&B romantiquinho que a gente costumava ouvir nos anos 2000 com uma pegada mais contemporânea sendo o melhor dos dois mundos, já 4 seasons é a sua Faixa Romântica do XG™ da vez, o que significa o quê? Exatamente, que ela é redondinha! Ela, inclusive, me lembra One Day do Victor Oladipo um pouco.

E aqui eu só falei das faixas que foram promovidas!

Repleto de party bangers e hits R&B que equilibram com sucesso ótimos vocais e raps bem feitinhos (e tão afiados quanto um rap de pop consegue ser, vamos ser honestos), não teve quase um furo nesse álbum (eu só não gosto muito de UP NOW porque ela me irrita) ao ponto que eu tenho certeza que elas vão aparecer entre os meus mais ouvidos ao final do ano com mais de uma faixa.

Um salve especial pra O.R.B que claramente estaria na trilha sonora de algum filme da Lindsay Lohan pra Disney nos anos 2000!

🍿 Amor enrolado (2025)

Existe algo em você que você tem certeza que toda a sua vida seria diferente se essa coisa não existisse ou fosse diferente? Para mim, se eu tivesse os olhos azuis da minha mãe, minha vida seria outra ☝🏼 (ou se eu tivesse o nome que minha mãe queria, não o que meu pai escolheu) Para a protagonista de Amor Enrolado, é o cabelo cacheado.

Park Seri jura que tudo começou a dar errado quando o gene do cabelo enrolado do pai dela resolveu se manifestar nela e embora ela seja uma menina divertida, com amigos, ela sempre se compara com sua irmã gêmea perfeita. Um dia, Seri se encanta pelo garoto mais bonito da escola após um encontro inesperado numa praia secreta e a partir daí ela decide que vai conquistá-lo. Para tal, ela precisa alisar o cabelo e a notícia boa é que a nova cabeleireira da cidade é especialista em alisamento!

Por isso, ela resolve fazer amizade com o filho da cabeleireira, Han Yoonseok, com a intenção de conseguir um alisamento grátis e o resto você consegue imaginar onde vai dar.

Quando esse filme foi anunciado, eu fiquei tipo… certo, outro filme em que o cabelo enrolado é o vilão e não quis assistir, mas comecei a ouvir coisas boas sobre ele, então no período que passei na casa dos meus pais, dei play e não é que o filme é engraçadinho mesmo?!

Quem interpreta a prota é a Shin Eunsoo (Summer Strike, Melancia Cintilante), que tem cabelo cacheado e exibiu esse cabelão também no MV de PUSH do Joohoney, mas o mais hilário pra mim foi o protagonista Yoonseok, porque eu fiquei assim 🤨 nas primeiras cenas dele pensando que eu tava doida, mas quando fui pesquisar o elenco (enquanto assistia, porque eu ia ficar maluca) vi que era mesmo o Gong Myung!

Isso é engraçado porque o Gong Myung é veteranaço, ele tinha acabado de VOLTAR DO EXÉRCITO e foi fazer um filme colegial kkkk amigo, você é repetente? (não ironicamente, o personagem dele repetiu mesmo um ano). Pra quem não está familiarizado com o sistema de alistamento da Coreia do Sul, os homens podem se alistar até os 30 anos, se não me engano, e o tempo mínimo de serviço é de 1 ano e meio, então esse pessoal que é artista ou atleta espera até o último minuto pra ir.

Quando o Gong Myung terminou o serviço militar, ele já estava com 30 anos, sabe, a Coreia é uma grande CW mesmo.

Piadas a parte, Amor Enrolado acabou sendo uma surpresa agradável e eu recomendo para quando você quiser ver algo engraçadinho e fofo sem pensar muito!

No último dia de fevereiro rolou a RomCon aqui em São Paulo. Eu tinha visto sobre isso em algum momento, mas só fui lembrar que ela aconteceria na semana do evento, quando a Ju postou sobre no feed do Instagram. Como eu teria folga, resolvi ir.

No dia do evento, fiquei sabendo que teria um speed-pitch ou sei lá como chamam isso — no qual a gente poderia falar com algumas editoras e agências sobre o nosso livro na tentativa de conseguir ou ser publicado ou agenciado. Eu não tinha preparado nadaaaa então inicialmente não iria tentar participar, mas conforme a tarde foi passando eu “mas e seeee eu foooor?”

Resumo da ópera: fui.

Com a ajuda da Juliana, optei por falar sobre o livro que eu estava escrevendo no escrevereiro e fui a primeira a conversar com a agente. Ela gostou do meu pitch e disse para eu entrar em contato quando terminasse de escrever! Não tenho muitas expectativas, mas agora, pelo menos, tenho algumas expectativas, por isso estou um tanto quanto animada para finalizar esse primeiro livro!

Antes de eu sair de casa naquele dia 28 de fevereiro, falei pra minha roommate “Deixa eu ir se não eu não saio de casa” e depois, quando eu contei pra ela sobre esse pitch do livro, ela disse “Tá vendo como foi bom sair de casa?!” e ela está certa!

Anyway, vou colocar aqui pra vocês o comecinho do prólogo desse livro que foi tanto meu projeto do escrevereiro quanto o meu pitch pra agência literária. Me digam o que acham depois, tá bom? 🥹🤲

Lembranças,
mesmo as agridoces,
são melhores que nada.”

Onyx, de Jennifer L. Armentrout (tradução livre)

2.124

Muitas coisas passavam pela cabeça da garota sentada em frente à loja de doces de uma rua movimentada de Pinheiros, mas apenas uma delas era uma lembrança — a única que tinha pelos últimos… meses, mais ou menos. Páscoa.

Ela sabia que era Páscoa porque tudo tinha cruz e cheirava a peixe com batatas, mas também não era como se ela entendesse como tais coisas estavam relacionadas. Mesmo já sendo meados de abril, ainda fazia bastante calor, o que, de certa maneira, era reconfortante. O sol brilhava e parte do seu cérebro assimilava o ambiente ao cheiro do mar, ar úmido contando uma história que ela não conseguia ouvir muito bem, mais ou menos do jeito que ela não ouve o chamado da mulher mesmo sabendo que ele vai acontecer, mesmo sabendo que ela vai se virar para a voz.

Uma moça linda com cabelos cor-de-rosa cacheados e grandes olhos amarelados sorria para ela do jeito mais amável do mundo, tão acolhedor. Se a garota tinha certeza de uma única coisa na vida, era essa: que ela amava essa mulher profundamente. Mesmo que não soubesse quem ela era.

Parte dela sabia que a Páscoa era uma data para se passar com a família, mas naquele momento, ela se encontrava sozinha (como vinha estando). O banco de madeira que ocupava parte da rua estava aquecido e a loja de doces logo à frente estava movimentada. Ela tinha dinheiro, mas não podia entrar.

— Criança de rua não passa. — disseram. Mesmo que ela tivesse uma casa (escondida no Bosque Madalena) e um lar (em algum lugar. Provavelmente).

Sem nenhum motivo em particular, ela permaneceu ali, sentada solenemente conforme o sol abaixava e uma brisa fria começava a soprar pelas ruas. Ainda bem que ela sempre tinha consigo um casaco e uma touca de couro com detalhes em dourado. Ambos eram meio grandes para ela, mas tudo bem.

Havia algo de importante naquela touca, um motivo que ainda passava por cima de sua cabeça. Agora, ela só tinha seu cheiro, mas quando “despertou” (com aspas e até mesmo pontos de interrogação, porque não parecia que ela despertara, sua mente estava enevoada de mais para que isso fosse a vida real), o item tinha cheiro de shampoo de maracujá e graxa de oficina. Mesmo pouco familiarizada com esses cheiros, eles foram suficientes para que ela entendesse que se tratava de algo importante.

A Páscoa quentinha de sua única lembrança não tinha nada a ver com essa Páscoa fresquinha de agora.

À direita, na rua que cruzava com a que ela estava, uma ciclofaixa direcionava ciclistas despreocupados. Ciclovias eram o ponto de partida para ela, também sem muito motivo. Porque sim. Talvez. Havia algo nelas e em suas variações. Algo em prédios altos e em ondas quebrando na areia da praia. E tudo indicava que aquela ciclofaixa nada tinha a ver com a que ela procurava, mas era bem parecida.

Ela estava há meses procurando sem sucesso. Procurava a maresia, a moça bonita, a ciclovia e a orla. Nada.

Meses no escuro.

Cansada de ficar sentada, a garota se levantou e começou a jornada de volta pelas ruas imprevisíveis de Pinheiros. No vidro escurecido de um carro, verificou sua aparência: bochechas coradas, beliscadas pelo vento fresco, olhos pretos, as pontas encaracoladas de seu cabelo quase completamente preto azulado exceto por uma parte em rosa.

Como fazia tempo desde que saíra, era hora de retornar para IVO. Ele devia estar preocupado (tão preocupado quanto tinha sido programado para ser), por isso ela apressou o passo. De todas as coisas em sua vida, IVO era o único com um nome — não uma pessoa, mas uma IA capenga metida a espertinha. IVO, assim como ela, estava quebrado. Ele achava que a conhecia, mas isso provavelmente aconteceu em outra vida.

Suspirando, a garota tocou as notas de dinheiro em seu bolso. Dinheiro era inútil quando se é (o quê? Pré-adolescente? Adolescente talvez?) sozinha, com apenas uma troca de roupa que está ficando muito curta. Pelo menos, ela esperava conseguir uma quentinha em algum bar e lanches que ainda estivesse aberto.

Por isso que a ciclovia era importante de alguma forma. Se ela a encontrasse, tinha certeza de que apontaria para a direção correta.

Pinheiros não tinha a ciclovia que ela precisava.

Desafio de leitura 2026: limpar a estante lendo um livro ainda não lido por mês

  • Linha M, de Patti Smith — em pausa ❄️

  • Mo Dao Zu Shi (#2 e #3), de Mo Xiang Tong Xiu — volume 2 em andamento

  • Jogador Número Dois, de um cara aí

  • Qualquer coisa entre nós, de Ju Giacobelli

  • O sol nasce para todos, de Harper Lee

  • Para aqueles que vivem, de Ju Giacobelli

  • Boca de Siri, de Paulo Moreira

  • Daruma #1, de Monge Han

  • Cavaleiro das trevas, de Frank Miller et al

  • Blade Runner, de Philip K. Dick

  • Ubik, de Philip K. Dick

  • Alice in Boarderland #1, de Haro Aso

  • Um farol no fim do mundo, de Ju Giacobelli

  • Caixa de silêncios, de Marcella Rossetti

  • Estúpido cupido, de Ayslan Monteiro

  • Pipa: Voo, de Helô D’Angelo — lançamento em breve

  • Azul da cor do mar, de Baco Aquiles

  • Coronel Mostarda com o castiçal na biblioteca, de Ju Giacobelli

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