Sim, agosto é o meu mês, então cuidado ao falar dele! ☝🏽😠

Eu cheguei a escrever alguma coisa mês passado? Não. Mas isso não quer dizer que não pensei muito no que escrever! Só não consegui me forçar a abrir o word, mas esse mês estou me esforçando pra conseguir. Eu realmente gostaria de lançar algo até o fim do ano, por mais cru que seja.
Veremos.
Enfim, como você tem estado? Por aqui, estou até que bem, fazendo alguns artesanatos e trabalhando em paz agora que mudei de horário e parece que voltei a ter vida heh
Como eu sei que vocês, duas pessoas que recebem essa newsletter, estão interessadas no que eu tenho para recomendar ao invés do que aconteceu na minha vida, vou direto ao assunto
🎧 Queenz Eye — Feel the vibe
As Queenz Eye são umas tadinhas que só sabem fazer música boa. Sério.
Só conheci o grupo por causa da fanbase brasileira delas lá no primeiro comeback das meninas e quando fui ouvir as músicas fiquei totalmente encantada, mas elas são tão mal gerenciadas que estão constantemente em situação de “esse grupo vai desaparecer no limbo”.
Com sorte, elas retornaram com a veranesca “Feel the vibe” (que tem duas b-sides lindinhas) e deu pra respirar aliviada porque o grupo segue vivo. Por quanto tempo, não sabemos, mas enquanto elas estiverem por aí, temos esperança!
Se você quiser ouvir algo para ficar feliz, recomendo fortemente que você dê play!
📺 A jogada da vitória (2025)
Outra joia que acabei assistindo foi essa série boba de rúgbi chamada A jogada da vitória (ou “The winning try”, em referência à jogada de rúgbi mesmo). A história gira em torno de Ju Garam (Gyesang do g.o.d), um ex-jogador de rúgbi que teve a carreira destruída graças a um problema com dopping e resolve aceitar o papel de treinador do time da escola em que ele estudou.
O capitão do time é Yoon Seongjoon (Yohan do WEi e meu bias do finado X1), um grande fã de Garam que também ficou muito chateado ao saber que seu ídolo “se drogava” e foi super resistente em aceitá-lo como treinador. Entretanto, se o time não tivesse treinador nem começasse a render medalhas para a escola, ele seria desmembrado no semestre seguinte, então o time sem reservas da escola Hanyang precisa se unir para não precisar ir para outros esportes ou mudar de escola.
Try pode até começar como uma série bobinha de rúgbi, mas vai removendo camadas e se transformando em algo muito mais delicado e precioso do que você poderia imaginar. Os relacionamentos são explorados com carinho e você vai se encantando pelos personagens, odiando os antagonistas até que tudo culmine num final deliciosamente satisfatório.
São doze episódios para te deixar querendo mais e eu tenho certeza que você vai terminar de assistir com um sorriso no rosto assim como eu.
🎧 IVE — XOXZ
Infelizmente para todo mundo, o IVE continua sendo o melhor grupo de todos. ✋🏽😌 Como a Starship resolveu colocar todo mundo pra trabalhar ao mesmo tempo (o Cravity e o KiiiKiii acabaram de ter comeback, Monsta X voltou e idid debuta oficialmente no meio de setembro, sem contar o debut solo da Dayoung!), é claro que sobrou um espacinho para enfiar outro comeback das maiorais.
“XOXZ” marca o primeiro lançamento principal coreano do IVE sem produção do Ryan Jhun e mais do que isso, não foi nem produzido pelo novo CLT da firma, o Dem Jointz! Na verdade, ela tem canetada da Wonyoung e um gancho melódico delicioso.
Um pouco mais lo-fi do que os maiores bangers das meninas (“Love Dive”, “After Like” e “Rebel Heart”), esse provavelmente foi o comeback com melhor distribuição de linhas entre as membros. A faixa é metida a besta, deliciosa e o MV é belíssimo. Como se isso não fosse suficiente, ela cabe perfeitamente na sonoridade do grupo (mesmo sendo de outro produtor, o que prova que a identidade de um grupo vai além de quem faz a música, viu @ Eden????) e o MV até lembra um pouco “Secret” das Cosmic Girls e “Swan” do IZ*ONE.
Também gostaria de deixar um salve pro mini-álbum das meninas, o IVE SECRET (especialmente para “Wild bird”) porque é uma delícia de ouvir, sem skips. Enfim, o IVE é um grupo perfeito e quem não gosta delas é invejoso.
📺 Cinderella Closet (2025)

TBS
Ainda nem terminei de assistir (embora eu ache que já está finalizada no Japão), mas sinto que enrolei o suficiente para recomendar Cinderella Closet.
Essa mini-série é centrada em Haruka, uma garota do interior que vai fazer faculdade em Tóquio, e Hikaru, um rapaz estudante de moda que também é travesti. Haruka conhece Hikaru por acaso quando ele está vestido de mulher e o acha extremamente linda. Num dia em que ela está tentando comprar algo para se sentir mais bonita e feminina, o caminho dos dois se cruza novamente e a partir daí vai se formando uma amizade bonita e delicada.
De maneira corajosa, Cinderella Closet escreve uma Haruka compreensiva em toda a sua inocência e embora a produção não tenha sido corajosa ao ponto de fazer o trisal que eu queria acontecer, assim como fez o Hikaru declarar em certo ponto que “não gosta de homem”, o trunfo realmente está na protagonista feminina e na delicadeza com que o personagem de Hikaru é escrito de forma geral.
Cinderella Closet é uma delicinha de assistir. São episódios de cerca de 20 minutos que te deixam investido rapidinho e eu vou recomendar pra quem passar tempo suficiente comigo! 🤭
🎧 WayV — BIG BANDS
Minha roommate disse que WayV é a unit do NCT pra mim e ela não errou! ☝🏽 Eu raramente desgosto do que eles lançam (embora eu demore a ouvir o que qualquer NCT lança) e o mesmo aconteceu logo quando dei play em “BIG BANDS”.
Meio jazzuda e com uma pegada metida a besta, é lógico que eu iria gostar dela, né meu povo! Eu nem tenho muito o que falar sobre ela, se você gosta de música com bastante informação que te faz balançar a cabeça pra lá e pra cá, essa é a faixa pra dar play.

